sábado, 23 de agosto de 2014

MUSEU DA GENTE SERGIPANA

Na primeira semana do mês de agosto estivemos visitando o Museu Tecnológico da Gente Sergipana. Os alunos ficaram maravilhados com tanta história contada por tecnologias modernas.

REFORMA DA ESCOLA

Após anos de espera, nossa escola está passando por reforma. Infraestrutura com qualidade total é muito importante para a produção do conhecimento no âmbito escolar.

sexta-feira, 15 de março de 2013

Drogas na Escola

Projeto sobre Drogas na Escola Minha Vida Vale Mais (Adaptação da peça Uma alma em Leilão - autor desconhecido) Personagens: Mundo - Leiloeiro - Vida - Fama - Dinheiro - Cachaça - Malandragem - Droga - Escola. O Leiloeiro sobe no púlpito e começa a falar para o mundo (as pessoas presentes): Leiloeiro - Senhoras e senhores, boa tarde! Estamos aqui para darmos início a mais um leilão, mas eu gostaria de vos informar que este leilão tem um caráter especial. A história deste leilão ficará arquivada nos corações de todos que estão aqui e que todos farão severas reflexões nesta tarde! Nunca encontramos nada tão valioso para leiloar. Nem mesmo jóias preciosas, ouro, objetos de raridade, patrimônios... Nada é mais valioso do que o que vamos leiloar nesta tarde! Sei que os senhores estão ansiosíssimos para saber o que é tão valioso assim, a ponto de ser considerado mais cobiçado de todos os tesouros da terra! Senhoras e senhores! Trazemos hoje a vocês: uma Vida em leilão! Nada é mais valioso que ela! Talvez ninguém saiba o valor que ela tem e a entrega aos prazeres do mundo, esquecendo-se de preservá-la e tornando-a pobre, deformada e vazia... Bem, como já falei, é preciosíssima! Que apareça o primeiro pretendente e lance a sua proposta! (Levanta-se a Fama entre a multidão e exclama): Fama – Esta vida está dentro dos meus planos, e por isso mesmo, quero-a para mim: eu a compro! Leiloeiro – Quem é você? Fama – Eu sou a Fama, a cobiça de todos os seres humanos! Leiloeiro – Ah, sim... Queira aproximar-se por favor! Vejo que és bem conceituada e tens mostrado muito interesse por esta vida, mas... A propósito... Qual a tua oferta para que esta vida venha a ti pertencer? O que ofereces a esta vida? Fama – Senhoras e senhores, eu ofereço a esta vida muita fama, muita fama mesmo! Farei com que ela se torne muito famosa no mundo e receberá glórias, sentará em lugares de honra e conhecerá lugares que nunca imaginou conhecer! Estará ao lado de gente riquíssima, vestirá roupas caríssimas, terá jóias, boas comidas, carros, enfim, tudo o que for de fama eu lhe darei! Então, que me dizes? É minha esta vida? Leiloeiro – Vejo que tua proposta é muito boa, afinal de contas, quem é que não quer ser famoso? Aplaudido, honrado, conhecer lugares, países, comer comidas caras... Hum... Que coisa boa é a fama. Mas eu ainda acho pouca a tua oferta. Não tem mais nada para oferecer? Me diga, qual vai ser o fim dela? Fama – Olhe, veja bem... Primeiro, o que eu dou é só isso mesmo! E também é passageiro. Depois quando a fama passar só posso oferecer uma depressãozinha, pra variar. Segundo, os tesouros que eu dou é um visgo pra ladrões que roubam ou matam a vida. Leiloeiro – É... Infelizmente, esta vida não será sua. A sua oferta é muito medíocre, é pouco para que esta alma lhe pertença. Queira se assentar, por favor, que vamos continuar o leilão. Talvez encontremos uma oferta melhor que a sua, e venderemos esta vida por algo mais valioso. Quem dá mais? Dinheiro – Esta vida é minha, eu a compro! O que não faço neste mundo? Leiloeiro – E quem é você? Dinheiro – Eu sou o dinheiro. O que fala mais alto na sociedade. A cobiça do avarento e a ambição dos presunçosos, ora! Leiloeiro – Aproxime-se... Queira vir à frente, por favor! Qual a tua oferta? Quanto ofereces por esta vida? Dinheiro – Senhoras e senhores, eu ofereço a esta vida muito dinheiro! Dinheiro suficiente para que ela se torne bilionária, a dona do mundo! Tudo que ela quiser estará em suas mãos: carros, fazendas, iates, indústrias... Com o dinheiro que eu lhe der poderá comprar qualquer coisa. O mundo estará em suas mãos! Não haverá limites, não existirão fronteiras, não haverá pessoas que ela não possa subornar com sua riqueza. Enfim, eu dou a glória deste mundo, dou todo o dinheiro que for preciso em troca desta vida. Leiloeiro – Vejo que és prepotente e muito pretensioso, apesar de que a tua oferta é muito desejável. Imaginem só: ter dinheiro para comprar qualquer coisa neste, mundo! Hum.. Não é nada mal. Mas só ofereces dinheiro? Você só tem dinheiro para ofertar? Dinheiro – Como assim só dinheiro? O dinheiro é coisa boa! Sem falar que ele faz emudecer qualquer testemunha. Comprar, muitas vezes, mentiras por verdades... E o que ela quer mais? Só tenho dinheiro, mas é muito dinheiro! Leiloeiro - E quando essa vida ficar doente? Dinheiro – Aí já não é comigo! Pode ter o dinheiro que for, mas se ficar doente mesmo... Morreu! Acabou! Posso até dar uma enganadinha com remédio caro, mas é só! Nem também dou alegria nem paz, viu? Leiloeiro – Você não poderá comprar. Queira se retirar! Dinheiro – Mas... É muito dinheiro! Leiloeiro - Por favor, não insista! Retire-se. Senhoras e senhores, o dinheiro também não pode comprar esta vida, sua oferta é muito pobre. Então, vamos continuar o leilão, até que apareça um comprador justo e pague bem por esta alma. Quem dar mais? Cachaça - Eu compro! Leiloeiro - Quem é você? Se apresente! Cachaça – Eu sou a cachaça! Sou responsável pela ruína de muitas vidas dessas aí que você ta vendendo. Compro essa também! Essa aí não é diferente. No final de semana, pra começar né, eu me apresento pra ela, ela vai gostar e depois todos os dias, não vai poder viver sem mim. Leiloeiro - E qual vai ser o fim para essa alma? O que você tem mais a oferecê-la? Cachaça - Não dou mais nada. Ela vai é ficar viciada em mim, vai gastar todo o dinheiro, vai brigar com as pessoas que gostam dela, quebrar tudo dentro de casa... Como é? Me vende? Leiloeiro – De jeito nenhum! Você não é digno de possuir essa vida. E ainda lhe dou um conselho: Tenha força de vontade e pare de beber! Procure ajuda que você encontra. Vá se sentar pra não cair aqui perto de mim. E agora? Tem mais alguém que queira dar um lance para esta pobre vida? Malandragem – Eu quero! Leiloeiro - Quem é você? Malandragem - Eu sou a Malandragem, meu irmão! Basta olhar pra mim que você saca de cara! Leiloeiro- O que você oferece para esta vida? Malandragem - Essa vidinha aí, primeiro vai se sentir a tal, gastar dinheiro atoa e tirar onda dos manés. Depois vai se prostituir e disseminar o bullyng na escola. Vou me juntar com minha parceira, a Cachaça e só vai dar nós! Leiloeiro - E qual é o fim para esta pobre vida? Tem alguma coisa boa para lhe oferecer? Malandragem - Bom, aí a história já é outra. Coisa boa não tenho não! O que eu tenho pra oferecer além do que eu já lhe disse é adquirir pra ela o vírus do HIV e entrar em alguns esquemas de roubo. Depois o fim só pode ser morte ou cadeia mesmo. Leiloeiro – Então vá embora! Essa vida nunca lhe pertencerá. Leiloeiro – Já passaram por aqui a Fama, o Dinheiro , a Cachaça e, há poucos instantes, a Malandragem, mas nenhum desses ofereceu uma oferta justa. Pois bem, há mais alguém que quer lançar a sua oferta? Alguém que queira oferecer algo de mui valor por esta vida? Há alguém? Lance a sua proposta! Droga - Eu ofereço! Leiloeiro: E quem é você? Droga - Eu sou a Droga. Sou uma substancia muito poderosa. Posso modificar as funções de qualquer organismo. Modifico o humor e o comportamento das pessoas. Não preciso da fama. Qualquer um sem ser famoso pode me conseguir. Não preciso do dinheiro porque sirvo a qualquer classe social. Quem não tiver dinheiro, se estiver comigo, pode roubar qualquer coisa, sem se importar com esse tal de pecado. Tudo é fraco diante de mim. Todos me conhecem. Tenho vários nomes: anabolizantes, cigarro, maconha, cocaína, crack, heroína, morfina, haxixe, LSD, esctasy e etc e etc, etc. Leiloeiro - Humm! Interessante! E o que você tem a oferecer para esta vida? Droga - Simples. Vou dar para ela uma sensação imediata de prazer. Leiloeiro - Imediata? Droga - Sim, senhor! Pra que perder tempo? A vida é tão curta! Leiloeiro - E como você fará isso? Droga - Simples também. A sociedade vai me ajudar com a publicidade de fabricantes de drogas lícitas, que já é o primeiro passo. Uma cervejinha aqui, outra cervejinha ali... Também terei ajuda de traficantes, da influência da internet e de alguns amigos. Leiloeiro - Falsos amigos, você quer dizer, não é? Droga - Isso não importa! Leiloeiro - Diga-me mais sobre essas drogas lícitas aí, que você falou há pouco. Droga - Ah! Sim! Elas são as drogas que a sociedade aceita numa boa. O cigarro, por exemplo. Mata devagarzinho. A pessoa nem sente que tá morrendo aos poucos e matando também quem está ao seu lado inalando a fumaça. Mas, quem se importa? O que importa mesmo é que essa vida já ta no papo. Basta me aceitar. A minha ação faz a pessoa se revoltar com os pais e familiares. Coisa pouca! Isso é bobagem! Posso inebriar, posso inspirar a roubar. Mas, posso estimular, aliviar dores, tensões, angústias e depressões. (diz olhando para todos) Leiloeiro - Humm! Isso parece bom. Droga - Claro que é! Eu sou boa! Dou poder para as pessoas se sentirem acima das outras; torno-as alucinadas e sou muito fácil de ser encontrada. Posso ser injetada, inalada, via oral ou injeção intravenosa. Quem fica comigo se torna dependente de mim. Eu tomo conta de todo o corpo: cérebro, sangue, órgãos... Leiloeiro - Sua proposta é tentadora. Estou quase convencido. Mas, e quando esta vida não te quiser mais? Qual é o fim para ela? Droga - Ah! Meu amigo! Esse caminho é sem volta. Eu já disse que a torno dependente. Ela sempre me quererá mais e mais, até morrer de overdose. Leiloeiro - Que horror! E eu quase caía nessa conversa! Caia fora! Puxa vida! Será que não existe ninguém que compre essa vida? Escola - Esta vida me pertence! Seu valor só eu conheço! Leiloeiro - Muito bem, que se aproxime o pretendente. Onde está você que falou que esta vida lhe pertence? Escola - Eu estou aqui cercada por esses muros. Leiloeiro - Mas... Quem é você? Escola - Eu sou a Escola. A instituição que educa e ensina a sociedade a potencializar seu conhecimento e habilidades. Meus atos permitem a formação do aluno cidadão, possibilitando a ele, melhoria na sua qualidade de vida, através dos conhecimentos que ele adquire. Sou provedora da cultura humana e é através do diálogo, da reflexão, da teoria e da prática que o conhecimento é adquirido, emancipando as pessoas e transformando a sociedade. Leiloeiro - Vejo que és justa, as tuas palavras são verdadeiras, mas fales mais um pouco sobre você. Pois sinto algo diferente no teu falar. O que ofereces a esta vida? Escola – Vou ensiná-la a ler, a escrever, a contar e a descobrir o mundo. Vou garantir a inserção dela na cultura escolar, na aprendizagem e na ampliação do seu universo de referências culturais, pelas diferentes áreas do conhecimento. Leiloeiro - O que mais você vai oferecer para essa vida? Qual será o seu fim? Escola - Se ela me aceitar um novo nome será escrito no meu diário. Ela vai aprender muita coisa sobre esse mundo e o que lhe for ensinado jamais será esquecido. Vai ter futuramente uma boa profissão e conseguirá viver neste mundo com muita dignidade. Ela vai adquirir valores universais como companheirismo, cooperação e solidariedade. Vai também construir uma boa família e muitas outras coisas boas. Leiloeiro - Essa vida verdadeiramente é tua, pois é para ela tudo que ela almejava. Mesmo assim, vou perguntá-la: Você aceita a Escola? Vida - Sim, eu a aceito como suficiente para o meu crescimento. Ela vai me ensinar tudo o que ainda não sei. Quero ser uma leitora do meu mundo. Eu vou com Ela! Está decidido. Leiloeiro - Senhoras e senhores, nosso leilão chegou ao final! Mas, quero vos lembrar que não há nada neste mundo que possa comprar uma vida. A Fama, o Dinheiro, a Bebida, a Malandragem e as Drogas são pouco demais para comprar uma vida. Mas vos digo que a escola é, depois da família, o melhor lugar para se estar. Ela nos oferece condições reais para exercermos a cidadania, nos faz conhecer melhor nossos direitos e deveres. É no convívio diário da Escola , que nós poderemos gradativamente conhecer a nós mesmos e o outro, além de construirmos nossa auto-imagem e identidade social. Viva a escola! Viva a vida! Observações: - Esta obra é de autor desconhecido. Nela foi acrescentada a parte sobre as drogas, malandragem e escola pela professora Edilma Silva Santos para o Projeto da escola, no Curso sobre Drogas para Educadores - Assista também no youtube: O leilão de uma alma 1 em http://www.youtube.com/watch?v=nq91-WRgJAw

sexta-feira, 12 de outubro de 2012




Relato da experiência do Projeto Aprendo e Ganho

 No início de 2011 constatamos pela Ata de Rendimento Escolar que os índices de aprovação estavam baixos e os índices de reprovação estavam muito altos em algumas turmas das séries iniciais. Principalmente nas que ficaram de fora do Programa Alfa e Beto, que antes só propiciava as turmas do 1º e 2º Anos. Precisávamos de uma estratégia que demonstrasse efetivas melhoras na aprovação, assim como na participação mais ativa dos pais nas lições enviadas para casa, que muitas vezes voltavam do mesmo jeito que iam. Os alunos pareciam desestimulados a permanecerem nas aulas, Os professores, por sua vez, acompanhava-os nessa falta de estimulo e seus trabalhos não rendiam.
Nesse contexto, o projeto Aprendo e Ganho foi elaborado no final do 1º semestre de 2011 com o objetivo de melhorar o desempenho acadêmico dos alunos do Ensino Fundamental, adaptando-os ao ritmo e as exigências educacionais da escola e dos novos tempos, bem como levá-los ao reino da contemplação do saber a partir do que lhes é ensinado em cada disciplina. Colocado em prática, portanto, no segundo semestre de 2011.
Ele foi inspirado a partir de uma ação da Igreja Adventista do Sétimo Dia que pontuava os jovens por cada trabalho missionário. Aqui na escola se deu a partir da participação ativa dos alunos em seu âmbito, sobretudo, na sala de aula, onde é realizada a ação pedagógica dos professores.
Com o intuito de prender os alunos na sala, fazendo-os com que prestassem mais atenção nas aulas e aprendessem, os professores explicaram para os alunos que cada vez que eles trouxessem os deveres de casa respondidos, participassem mais das aulas e se comportassem ganhariam alguns pontos que se transformariam em um valor. Esse valor era anotado em uma espécie de cheque e que eles poderiam comprar coisas com ele em um determinado dia.
Os alunos ficaram bem eufóricos para ganhar um bom valor no cheque e começaram a mudar seu perfil.
Quando algum deles resolvia fazer alguma coisa que não estava de acordo com as regras, logo era lembrado pela professora: “Lembre-se do chequinho!” Dizia ela. Lembrando a eles que sempre tinha em mãos uma ficha com o quadro demonstrativo para fazer anotações sobre comportamento, participação, para casa e alguma atividade extra.
O clímax desse projeto se deu com a realização da Feira, onde os alunos, com a posse do seu cheque recebido dos professores, fizeram compras no dia da culminância.
Embora o cronograma do projeto sugestionasse que fizéssemos 03 (três) culminâncias por semestre, ficou dispendioso para os nossos bolsos dos professores, pois todo o material para ser “vendido” na feira foi comprado por eles, juntamente com a equipe diretiva. Por isso, ficou decidido que faríamos somente uma vez por ano na mesma semana, já que de qualquer maneira é de costume da escola presentear aos alunos com alguma coisa nessa data.
 O projeto foi idealizado para abranger todo o Ensino Fundamental, no entanto, somente as séries iniciais participaram dele (1º ao 5º Anos). Os professores que lecionam nas séries finais não aceitaram as justificativas da autora e não quiseram participar. Mas, foi muito bem aceito pelos pedagogos que resolveram repetir todos os anos.
Os alunos aprenderam valores monetários, faziam comparações, escolhiam, aprenderam a comprar, a trocar, até pechinchar. Como se estivessem em uma feira de verdade, e ainda por cima, eles tiveram que saber administrar o dinheiro que tinha em mãos. Os mais velhos ajudavam os mais novos, os irmãos dividiam seus bens e todos saíram ganhando. Tudo isso sem contar com o que aprenderam na sala de aula a partir da iniciação do projeto.
O primeiro Aprendo e Ganho aconteceu na semana da criança em outubro do ano passado. Neste ano realizamos o segundo no dia 11 deste mês e foi uma festa muito mais bonita.
Podemos verificar nas fotografias do ano passado que em frente ao pátio da escola, os alunos aguardavam ansiosos para gastarem seu “dinheiro” em forma de cheque, enquanto que os professores davam os últimos toques nos preparativos. Alguns pais vieram ajudar na venda dos produtos, outros ajudaram seus filhos nas compras.
Cabe considerar que os resultados obtidos com o projeto realizado, por certo, serviram-nos de referência, apoio e incentivo à construção de outros trabalhos.  Elucidamos, pelo menos em parte, o problema da reprovação nas séries iniciais, em particular, nas turmas do 3º e 4º Anos, conforme constatamos na comparação das Atas do Rendimento Escolar do ano de 2010 e 2011. Por isso, o projeto reflete positivamente os caminhos adotados pelos educadores com vistas ao efetivo sucesso escolar.
Por este Projeto, discutimos a necessidade e a urgência de um aprendizado efetivo, onde cada aluno pôde investir em seu tempo dentro da escola, em sua disposição em aprender, e, até mesmo melhorar o desempenho daqueles que já eram considerados “bons alunos”, onde também implicou com o exemplo que é mostrado por esses em sala de aula, para que outros pudessem participar da mesma evolução da aprendizagem.
Esperávamos que este trabalho contribuísse para fomentar o conhecimento dos alunos, desenvolvendo neles a consciência da necessidade de uma educação própria e constante. Por conseguinte foi o que aconteceu: A frequência e assiduidade dos alunos nas aulas melhoraram, os índices de reprovação diminuíram, os pais participam mais na vida escolar dos seus filhos, portanto, a qualidade da aprendizagem agora é outra.

terça-feira, 7 de agosto de 2012



A escola comemora o dia dos pais nesta sexta-feira, 10 de agosto de 2012.

sábado, 14 de janeiro de 2012

Pedro Diniz em Ação: Projeto Aprendo e Ganho

Pedro Diniz em Ação: Projeto Aprendo e Ganho

Projeto Aprendo e Ganho

APRENDO E GANHO
Por Edilma Silva

PROJETO

Unidade Escolar: ESCOLA ESTADUAL PEDRO DINIZ GONÇALVES


INTRODUÇÃO
Nos momentos em que nos reunimos na sala dos professores é rotineiro escutarmos que o processo do ensino e da aprendizagem está cada vez mais difícil. Diversos fatores como, por exemplo, falta de atenção dos alunos, comportamento inadequado, acompanhamento dos pais, dentre outros, faz com que os educadores muitas vezes se desestimulem do seu trabalho. Nesse sentido, acreditamos que essa apreciação negativa não reflete corretamente ao processo educativo.
Nesse início de milênio, onde as tecnologias invadiram o cotidiano das pessoas, favorecendo aos educandos livre acesso a diferentes tipos de informações, embora muitas vezes deturpada, faz com que o que eles veem na escola não lhe deem mais tanta atenção ou satisfação, passando-nos, portanto, para um novo papel de formação e um novo perfil de educador, com mais criticidade sócio-educacional. Foi pensando nesse novo comportamento para vencer os novos desafios que este projeto foi criado.
Considerando que as ações de todos os envolvidos sejam um caminho para atender alguns dos objetivos do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), como por exemplo, elucidar os índices negativos da Evasão, Aprovação e Reprovação obtidos com a pesquisa que se realizará a cada término da Unidade e que por certo servirão de referências, apoio e incentivo à construção desse trabalho, possa ele resolver, quem sabe, pelo menos em parte, o problema da participação ativa dos alunos, apontando-nos caminhos para um efetivo sucesso escolar.






O Projeto: Aprendo e Ganho foi inspirado a partir de uma ação da Igreja Adventista do Sétimo Dia que pontuava os jovens por cada trabalho missionário. Aqui na escola dar-se-á a partir da participação ativa dos alunos em seu âmbito, sobretudo, na sala de aula, onde é realizada a ação pedagógica do professor. Seu clímax foi a realização de uma Feira, onde os alunos, com a posse do seu cheque recebido dos professores, fizeram a compra no dia da culminância.
Por este Projeto, discutimos a necessidade e a urgência de um aprendizado efetivo, onde cada aluno pode investir em seu tempo dentro da escola, em sua disposição em aprender, e, até mesmo melhorar o desempenho daqueles que já eram considerados “bons alunos”, onde também implicou com o exemplo que é mostrado por estes em sala de aula, para que outros pudessem participar da mesma evolução da aprendizagem. Portanto, esperamos que este trabalho contribua para fomentar o conhecimento dos alunos, desenvolvendo neles a consciência da necessidade de uma educação própria e constante.

OBJETIVO
Melhorar o desempenho acadêmico dos alunos do Ensino Fundamental, adaptando-os ao ritmo e as exigências educacionais da escola e dos novos tempos, bem como levá-los ao reino da contemplação do saber a partir do que lhes é ensinado em cada disciplina.


METODOLOGIA
Para a realização bem sucedida daquilo que se propõe durante todo o ano letivo, é necessário que os atores envolvidos se comprometam a cumprir seu papel.
Os passos serão o seguinte:
1º - Os professores receberão uma ficha com a relação dos seus alunos;
2º- Cada professor anotará na ficha da sua turma os valores adquiridos ou perdidos.
3º- A ficha da turma estará construída em tabela com a relação dos alunos e pela seguinte forma:
• O aluno que entregar as atividades para casa respondidas, automaticamente adquire 0,50 centavos;
• O comportamento do aluno, bem como sua permanência na sala, automaticamente adquirirá 1,00 por aula
• O aluno que participar ativamente em sala de aula adquire 0,50 centavos.

4º- Observar-se á o seguinte:
• O aluno que já tenha adquirido valores por atividades de casa, comportamento ou participação, não cumprindo o que está proposto, os mesmos perderão automaticamente os adquiridos.
• O valor a ser gasto na feira será de acordo com o chequinho adquirido pelo aluno.
• O chequinho a ser gasto na feira não poderá ser utilizado na próxima feira.
• Cada turma terá somente uma única ficha.


UNIVERSO
O universo desse trabalho abrangerá todos os alunos do Ensino Fundamental (1º ao 9º Ano) desta Unidade de Ensino, incluindo como colaboradores para a realização da Feira todos os profissionais da escola e pais de alunos.

CRONOGRAMA: Semana do Estudante - Semana da Criança - Semana Natalina

Areia Branca-Sergipe-Brasil / 2011






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